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Como esta aventura começou?

Há pessoas que descobrem os seus talentos cedo, como o CR7 a joagar à bola, eu descobri que sou boa a organizar a minha vida, sempre tive planos e até ver concretizei cada um. O gosto pelas viagens foi aparecendo na minha vida e juntei o meu talento pela organização à minha vontade de explorar o mundo.

Então, és rica ou andas a vender o corpo?

Quem me dera. Para as duas hipóteses… Mas não, passo bastantes horas por dia ao computador a trabalhar, do trabalho pago as minhas contas, compro comida e consigo juntar uns trocos que vou poupando até à próxima viagem interessante que me apareça à frente. Também pesquiso muito à procura dos melhores destinos, voos, alojamento e custo de vida nesse país.

Até agora, qual foi o destino favorito?

Pergunta complicada. Tenho um TOP3 que dificilmente vai ser superado:

  • Londres – Pela diversidade e ritmo caótico;
  • Marrocos – Porque todos os machos queriam casar comigo e porque é um país realmente bonito e cheio de vida;
  • Tailândia – O choque cultural é brutal, a gastronomia é divinal e toda a arquitetura te mete a pensar “como é possível?”

Porque queres que te pague um café?

Muito simples: Gosto de café. Gosto de fazer roteiros. Gosto de contar histórias.

Basicamente é uma forma de recompensar o meu trabalho, uma vez que todo o conteúdo presente na Arrelia é escrito por mim. Como vou partilhando roteiros para fazeres seria muito generoso da tua parte pagares uma bica à minha pessoa… Mas se não pagares, sem problema! Amigos como antigamente.

Pagas uma bica?

 

 

Que tecnologias utilizas em viagens?

Beeeem o básico:

  • Telemóvel com acesso a dados móveis (tenho um tarifário que me permite usufruir de 7GB de dados em roaming, nunca faltou e consigo conciliar com o Wi-Fi dos alojamentos e espaços públicos);
  • Utilizo bastante o Google Maps com GPS sempre ligado (útil para quando tirar fotos, saber exactamente onde foram tiradas);
  • Levo (quase) sempre uma power bank.

Acho que é tudo…

Como fazes sobre visas, passaporte e informações relevantes dos destinos?

Acredito que há uma década fosse mais complicado de gerir essas questões mas hoje em dia o Google é o teu melhor amigo. Quando escolho um sítio das primeiras coisas que me informo são as vacinas obrigatórias a levar, se é necessário fazer visto ou levar passaporte. Essas informações burocráticas podem ser encontradas no portal das comunidades portuguesas.

Que câmara utilizas?

Eu talvez seja a pior blogger de viagens neste aspecto porque não tenho jeito ou paciência para ficar à espera da foto perfeita e nem me dedico muito a isso, não tenho câmara xpto e o que utilizo é o meu telemóvel. A câmara é boa e eu percebo-a. É o que interessa.

Como consegues estar sempre a passear?

Quem me dera estar SEMPRE a passear mas não é o caso. Faço algumas viagens por ano porque consigo combinar dias de férias do trabalho com feriados e fins-de-semana. As escapadelas duram cerca de 4 dias, geralmente ponho a quinta e sexta de férias e apanho o fim-de-semana, e as consideradas “férias grandes” são na realidade cerca de 7 dias úteis que se estendem a 12 dias contando com os fins-de-semana. Pode não ser opção para todos, há quem prefira tirar logo 15 dias úteis de férias seguidos outros preferem fazer como eu. Cada um sabe de si e é uma questão de organização.

Já tiveste algum percalço em viagens?

Como disse, é sempre importante ter um plano B mas há situações que podem não fazer sentido. Um dissabor que ainda conto passou-se em Marrocos. Cheguei a Marraquexe e fomos em direção ao hotel, que avisou que o nosso quarto não estava pronto porque o cliente anterior estava retido no deserto. Deram-nos uma opção de ficar num quarto de arrumos por um preço reduzido, a qual concordei porque não tinha outra solução. Entretanto fomos jantar e de repente ligam-me do Booking (onde fiz a reserva do hotel) e dizer que tinha o alojamento cancelado. Claro que entrei em pânico porque não percebi o que se tinha passado. Chegando ao hotel fomos recebidos num clima hóstil com a mulher do dono do hotel que nos expulsou. Ora entre chamadas para o Booking lá conseguimos marcar outro hotel na outra ponto de Marraquexe. Fomos para lá de táxi e o nosso carro ficou na outra ponta. No entanto os carros não circulam dentro das muralhas, resultado: Dois perdidos no meio de uma cidade caótica à procura de um hotel de noite cerrada. Ao chegar ao destino, o dono do hotel onde ficamos definitivamente levou o meu companheiro de viagem de mota pelas ruas de Marraquexepara ir buscar o carro. No final correu tudo bem e fomos para um hotel bem melhor mas o calor passado ainda me escorre no rego das mamas.

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